XXII Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros
De 15 a 30 de julho de 2022
É tempo de aquilombar-se!

Programação Oficinas

Oficina 1 - Oficina de gastronomia com os produtos da sociobiodiversidade Kalunga
Dia 25 de julho | 16h | Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge

Ministrante: Tila Avelino, Fiota Kalunga e Lui Veronese

Oficina 2 - Oficina de plantas medicinais do cerrado
Dia 26 de julho | 14h | Asjor

Ministrante: Sr. Dedé 

Oficina 3 - Oficina de Sussa Kalunga
Dia 27 de julho - 15 às 17h | Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge

Oficina 4 - Oficina de Danças Afro Brasileiras com Aldelice Braga (Nêga)
Dia 27 de julho - 16 às 18h e Dia 28 de julho - 16 às 18h | Asjor

Especializada em Estudos sobre a Dança Contemporânea (Ufba); pioneira na Dança Afro em Florianópolis-SC desde 1995. Propõe uma Oficina Dançando para mães d'água. Será uma imersão nos códigos e simbologias das Yabás das Águas (Oxum e Yemanjá). 

Oficina 5 - Oficina sobre a RABECA BRASILEIRA 
Dia 28 de julho | 16h às 18h | Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge 

A oficina aborda a história do instrumento, as manifestações brasileiras que utilizam a rabeca, os principais mestres e expoentes da rabeca no Brasil. Os participantes se aproximam assim da rabeca, ensinando os conceitos básicos do instrumento, suas partes e a diversidade de construções. A oficina é aberta e livre a todos interessados. As oficinas seguem a proposta didática do Curso Livre de Rabeca, atualmente maior centro de formação de rabequeiras e rabequeiros do Brasil. 

Oficina 6 - Oficina de musicalidade oeste africana e contextos culturais
Dia 29 de julho | 17h às 18h | Asjor

A oficna aborda técnica e prática musical, com base no Djembe e nos Dununs (tambores que são a base da musicalidade na Guiné, Mali e Burquina Fasso), e também aspectos sócio culturais dos países de cultura Mandeng. Além dos ritmos praticados em grupo, vídeos, músicas, fotos, textos e mapas fomentam as discussões. Além de Djembe e Dununs, outros instrumentos também são apresentados: Tama, Ngoni, Krin, Sabares, Baradunun e Balafon.

As aulas são ministradas por André Ricardo - “Piruka”, músico multi-instrumentista, criador do grupo Höröyá, produtor cultural, pesquisador que trabalha com artistas africanos há 15 anos, parceiro musical e de produção de diversos mestres de cultura, realizador de três documentários sobre música e cultura local, com 1 ano de vivências e estudos na região. E por Moustapha Dieng, músico senegalês, mestre em percussão.

Com mais de 500 ritmos e complexa estrutura harmônica e melódica, a música Mandeng é uma das mais expressivas vertentes musicais do mundo. Dando origem a diversas expressões musicais na diáspora, como o Jazz e o Blues, e mantendo um complexo diálogo entre o tradicional e o moderno, mantendo suas bases e se reinventando a cada dia. A música Mandeng é largamente difundida por todo o mundo, com mestres, grupos e escolas espalhados por todos os continentes. No Brasil, no entanto, não é largamente difundido.

As aulas desenvolvem a arte da música, associando o ensino à diversidade cultural e racial, que permeia nossa sociedade, abordando também conceitos e discussões culturais e sociológicas em relação a formação da cultura África-Brasil, e a importância das culturas tradicionais.

Oficina 7 - Oficina Caiana dos Crioulos 
Dia 30 de julho | 14h às 17h | Asjor

Facilitadoras: Luciene Tavares e Grupo de Mulheres de Caiana dos Crioulos

 Formação Livre em Educação para as Relações Étnico Raciais e Ritmos Tradicionais de Caiana dos Crioulos (PB)

Professora e líder comunitária, vice-presidente da Organização de Mulheres Negras de Caiana, desenvolveu a formação em  Educação para as Relações Étnico Raciais, onde especializou-se. Para o Encontro de Culturas, junto ao tema adicionará também estudos sobre os Ritmos Tradicionais de Caiana dos Crioulos, co-facilitado pelas mulheres que formam o grupo de coco de roda e ciranda, como a mestra Cida.