XVIII Encontro de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros

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Foto: Marcelo Santos Braga | Oficina de Rosângela Silvestre ministrada no XVII Encontro de Culturas (2017)

Confira as OFICINAS do XVIII Encontro de Culturas

POR Redação 19/06/2018

Oficina de Dança de Técnica Silvestre, com Rosângela Silvestre (BA)

Coreógrafa, instrutora, dançarina e criadora da Técnica Silvestre, Rosângela é natural de Salvador (BA), graduada em Dança e pós-graduada em Coreografia, pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). A bailarina pesquisou dança e música no Brasil, Índia, Egito, Senegal e Cuba, adquirindo formação em diversas técnicas, como Martha Graham, Limón, Horton, Barra ao solo, Ballet Clássico, Técnica Dunham. Também introduziu-se a experimentações em diversas expressões de dança contemporânea, folclórica e danças tradicionais, da África e de outros continentes. Seus instrutores, a partir do fim dos anos 1970, incluem Raimundo Bispo dos Santos (Mestre King), Mercedes Baptista, Clyde Morgan, Carlos Moraes e Nelma Seixas. 

Datas: 27 e 28 de julho

Tempo de duração: 1h (dia) 

Valor: R$ 100,00 (ingressos antecipados)


Oficina “A Roda Viva do Brincar”, com Tião Carvalho (MA)

Tião aprendeu a dançar brincando. Nasceu e cresceu na levada do Bumba-Meu-Boi e do Tambor de Crioula. Em sua jornada, morou em São Luís do Maranhão, onde foi passista na Escola de Samba Turma do Quinto, e também no Rio de Janeiro, onde conheceu a dança contemporânea como discípulo de Klaus Viana. Tião se orgulha de ter se apresentado com esta grande referência da dança. Hoje, ministra oficinas trazendo a dança como o trabalho do corpo com alegria, num projeto que ultrapassa as fronteiras do Brasil. “A Roda Viva do Brincar” abre um leque de possibilidades ao grupo: propõe que a brincadeira das danças brasileiras estimule o aprendizado individual e a integração coletiva, com reconhecimentos corporais e espaciais. Assim, o projeto desafia o adulto, o jovem ou a criança a brincar de criar novas possibilidades.

Data: 24 de julho

Tempo de duração: 1h

Valor: R$ 50,00 (ingressos antecipados)


Oficina de Ilú, com Alessandra Leão (PE)

A percussionista, cantora e compositora Alessandra Leão, de Pernambuco, oferece aulas de percussão e voz para iniciantes e para músicos amadores ou profissionais. O ilú é um tambor usado em Pernambuco nos rituais de Candomblé, Umbanda e Jurema. A artista é percussionista há cerca de 20 anos e há pouco mais de dois assumiu a função de Ogã na Umbanda. Os Ogãs são os responsáveis pelos toques e cantos durante os rituais religiosos, função ainda proibida às mulheres na maioria dos terreiros do Brasil. Na oficina, serão transmitidas técnicas específicas do ilú e de outros instrumentos de pele (tocados com as mãos), como atabaques. Também serão ensinados ritmos tocados em festas sagradas e profanas.

Data: 25 de julho

Tempo de duração: 1h

Valor: R$ 50,00 (ingressos antecipados)


Oficina Capivareta Repercussiva, com Nãnan Matos (DF)

Em 2012, Nãnan fundou em Brasília o grupo informal de estudos, performances e ativismo sócio-político, batizado de Foli Ayê - que em malinke significa “Ritmo da Vida”. O grupo dedica-se há seis anos à promoção da cultura negra e fortalecimento da ponte África-Brasil, abordando de forma engajada as práticas artísticas do Oeste Africano. Dentre os grupos nacionais que realizam a pesquisa, o grupo é o mais antigo representante do Centro Oeste brasileiro, o que nos atribui importante papel de mantenedores de um acervo cultural milenar. E como agente intermediador dos mestres e professores no Brasil e África, já produziu workshops de grandes personalidades consagradas como: Luciane Ramos e Fábio Mello (São Paulo), Erick Djembe (Estados Unidos), Loua Oulai (Mali) e Djanko Camará (Guiné). Como missão, Foli Ayê, leva um novo olhar para se educar, cultuar e transcender - que os convoca a saber e a dançar tanto a ancestralidade quanto o próprio tempo. 

Na oficina serão transmitidos ensinamentos sobre os ritmos aplicados, canto e a Yakandi/Makru, dança popular típica da etnia Soussou. 

Data: 23 de julho

Tempo de duração: 1h30

Valor: R$ 50 (ingressos antecipados)


Oficina de pífano com Felipe Gomide (Xaxado Novo)

Os pífanos são flautas tradicionais do sertão nordestino, usadas em diversas manifestações do Brasil. Na oficina será abordado um pouco da história do pífano e das bandas cabaçais e sua influência na cultura popular. Também serão transmitidos os princípios básicos para todos poderem tocar o instrumento. Não é necessário nenhum conhecimento musical prévio e todos são bem-vindos. A oficina é ministrada pelo músico, rabequeiro, pifeiro e pesquisador das culturas populares. Felipe Gomide, do Xaxado Novo, que também se apresentará em show na Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge, num forró do bom no dia 27 de julho.

Data: 26 de julho

Tempo de duração: 1h

Preço: R$ 50 (ingressos antecipados)


Oficina de Pífano com Mestre Zé do Pífano

Na oficina, Zé do Pife ensina ao aprendiz a introdução ao pífano, por meio de músicas clássicas da cultura popular brasileira, como “Asa Branca” e “Mulher Rendeira”, e também da prosa sobre as vivências com bandas de pífano e suas tradições. Conforme o aluno avança na técnica, ele é apresentado ao repertório “celerado”, que exige destreza do “bater com os dedos” e da técnica de sopro.

Data: 24 e 26 de julho

Tempo de duração: 1h

Preço: R$ 15 (por dia)


Slow Design e Coleção “O Sertão é o sozinho dentro da gente”, com as ecodesigners Alessandra Zacharias e Bernadete Brandão

Esta oficina tem o objetivo de propagar os princípios do movimento Slow Design em cases de produtos ecossustentáveis, entre eles a apresentação da coleção da marca Veste Semente, que é uma expressão da Moda Ética e Sustentável. Esta coleção foi inspirada nas mulheres de Sagarana, do livro O Grande Sertão Veredas, e nos saberes relativos a pinturas naturais - manuais e ecológicas - feitas com plantas do Cerrado, contrapondo ao que conhecemos como Fast Fashion, qualificando mão-de-obra local e as tintas naturais feita de plantas do bioma, como barbatimão, baru e jatobá.

Sobre o Slow Design: com a sustentabilidade como seu principal pilar, o Slow Design é uma abordagem em que a concepção de produtos e serviços leva em conta uma visão sistêmica, que contempla diversos fatores ambientais, culturais, territoriais, sociais e econômicos, suas correlações e impactos na sociedade e meio ambiente – de uma certa região.

Data: 28 de julho

Tempo de duração: 2h

Preço: R$ 40,00


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